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Minha Primeira Tirinha!!

Quebrando o clima triste que se instalou nos meus últimos posts, trago hoje a minha primeira tirinha!!
Esse mês foi criado um progama de economia no Sebrae/MS, o Faça + com -. Coincidentemente, logo depois disso grande parte do prédio ficou sem telefone e a internet estava péssima. Pra completar, certo dia ficamos a tarde inteira sem luz. Então eu desenhei meus colegas e fiz essa tirinha!
Assim que eu tiver alguma idéia, vou fazer outra tirinha. Por enquanto, conheçam o blog do Faça + com – (eu ajudei a fazer a logomarca!): Clique aqui.
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um Ônibus em Sonho

(Ilustração que eu fiz para a agência Compet,
para propaganda de feirão de automóveis)
Ontem sonhei que eu estava na companhia de uma pessoa de quem eu gosto, mas que só se dá mal nessa vida… mas também se esforça muito pouco para que as coisas passem a dar certo. Estávamos na frente da casa dessa pessoa esperando o ônibus, junto com outras pessoas que faziam o mesmo. Eu queria ir para o centro de Campo Grande.
De repente chegaram dois ônibus ao mesmo tempo. Mas não eram ônibus normais, eles eram mais curtos! Com um terço do número de assentos que tem um ônibus normal, possuía carpete e ar condicionado. Todas as pessoas entraram no primeiro ônibus, enquanto nós entramos no segundo.
Então o ônibus se moveu e virou à esquerda, se desviando do caminho para o Centro. Seguiu por uma longa rua na área rural que margeava um enorme lago. O do outro lado do lago, lá longe, eu podia ver os prédios do centro da cidade. E aflita, eu me perguntava por que não estava indo para onde eu queria. Teria tomado o ônibus errado?
Na nossa vida, precisamos escolher que ônibus tomar antes de ver para onde ele vai. Mas e quando não sabemos sequer aonde queremos chegar? Muita gente não sabe o que quer. Eu quero tudo, mas não tenho vidas suficientes para realizar.
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Vota vota vota!!
As votações da semana passada foram ótimas! Então estou postando para agradecer a quem participou e para pedir, mais uma vez, para que votem essa semana! =D
Sobre as votações de semana passada:A estampa “A Tiger and his Boy”, minha primeira tentativa no threadless terminou a semana bem com (2.33 de 5). Para uma primeira estampa em um concurso internacional está ótimo =). Já o collab “The Creation of Cat” me deixou muito empolgado com uma nota ótima (3,56 de 5) \o/.
Esta semana tenho em votação 5 estampas :O, 1 nova e 4 estampas antigas, só que agora participando de outros concursos! Sei lá, acho que boas ilustrações não merecem ficar nop esquecimento =D, por isso, quem quiser colaborar, eu agradeço muito!
[Imagem única não encontrada]Best Friends + Adventures = Fun (Vote 5+!)
Ilustração e Cores: Luís Brüeh.
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Molhando o biscoito (Vote “Essa eu compraria”)
Ilustração e Cores: Luís Brüeh.
Sessão Assombração (Vote “Essa eu compraria”)
Ilustração e Cores: Luís Brüeh.
D-I-G-I-T-A-Ç-Ã-O Cata Milho (Vote “Essa eu compraria”)
Ilustração e Cores: Luís Brüeh.
El Chapulín Colorado! (Vote “Essa eu compraria”)
Ilustração e Cores: Luís Brüeh.
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Ah! se alguma dessas estampas ganhar um dos concursos, aqueles que votarem e comentarem vão participar de um sorteio de uma camiseta =D!
* Para participar da promoção você deve, comentar aqui no blog escrevendo *vota, vota, vota* (e preenchendo seu e-mail) e também comentar no post da estampa votada.
Um abração!!! =D
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Amizade

(Ilustração feita em casa, como treino)
Qual a diferença entre a amizade infantil e a amizade adulta? Estive pensando sobre isso e decidi escrever. Não para crucificar uma ou outra, mas descobrir o que cada uma tem de bom.
Lembro-me das amizades que fiz na minha infância. Naquele tempo, parecia que eu jamais me separaria dos meus amigos. Parecia que eles sempre estariam ali comigo, eu não tinha medo de que fossem embora. Ao mesmo tempo, eu vivia mudando de cidade e adorava! Por isso deixei muitos para trás sem nem sequer me importar. Por mais que amasse meus amigos, eu sabia que faria novos na próxima cidade. Eu nunca estaria sozinha.
Me tornei adolescente e as amizades se tornaram ainda mais fortes. Eu defendia meus amigos com unhas e dentes, seja lá qual fosse a ameaça, e isso era mútuo. Minha opinião era transparente enquanto pessoas falsas eram apedrejadas em praça pública. O maior medo que me assolava era o medo de perder meus amigos. Nunca mais desejei mudar de cidade, não queria me distanciar.
Mas, como já disse no post sobre o livro O Enigma do Quatro, as pessoas surgem em nossas vidas, cumprem seu papel e depois simplesmente seguem seus caminhos. E por mais que telefonem e mandem e-mails, todos mudam com o tempo. Como ema e avestruz, separados geograficamente por milhões de anos, cada um se adapta à sua realidade, e a vida segue.
E assim surgem as amizades adultas: depois de muito fazer grandes amigos, e estes se tornarem colegas, e então conhecidos, e então desconhecidos. Com os anos, cada um cria um escudo em torno de si, contra o desapontamento e a solidão. Mas este escudo é grande demais e atrapalha a visão de quem o usa.
Meses atrás eu me sentia sozinha e sem amigos. Confesso!!! Mas então tomei a decisão de jogar o escudo pela janela e me aproximar mais dos outros, sem medo. Assim descobri que quase todos se sentiam tão sozinhos quanto eu, muitos amigos me confessaram isso. Agora alguém me responda: isso faz sentido? Se várias pessoas se sentem sozinhas, por que não se juntam e ficam felizes e saltitantes até que o imprevisto os separe?
É essa a equação: somar o que há de melhor em cada época da vida. A despreocupação da infância, a lealdade da adolescência e as facilidades que os adultos têm em dar manutenção a amizades distantes. Essa é a minha equação, da minha vida. E é com base nela que eu vou evoluir para o próximo estágio. E você, já pensou na sua forma de amizade?
Violeta Flor do Cerrado. Nunca mais ouvi falar de você, amiga. Você não existe na internet! Será que escrevendo seu nome aqui, um dia você me acha? =)
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Três loiras num conversível
Olá! Hoje vou postar um desenho que eu fiz meses atrás, mas que estava parado até semana passada, quando a Alina me obrigou a terminar
Final do ano passado, estávamos a Alina, a Kellen e eu correndo atrás do nosso trabalho interdisciplinar. Tínhamos feito pipoca e em seguida decidimos sair de carro, mas tenho a impressão de que não foi uma boa idéia comer e dirigir ao mesmo tempo… Então fiz esse desenho para ilustrar a situação:

É óbvio que eu não dirigia um conversível vermelho, mas quem se importa?
Ah, agora eu posso ser seguida no Twitter ![]()
Meu Profile
cya!
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Livro: O Enigma do Quatro

Voltando a falar sobre livros que eu li e gostei, hoje o assunto é O Enigma do Quatro, de Ian Caldwell e Dustin Thomason.
O Enigma do Quatro foi um livro que me prendeu do início ao fim. Conta a história de Tom, um jovem americano prestes a se formar em Princeton que, juntamente com seu amigo Paul, procura desvendar os segredos do Hypnerotomachia Poliphili, um livro enigmático que foi publicado na Renascença, na mesma época da Bíblia de Gutemberg. Ao mesmo tempo, existem outras pessoas com o mesmo objetivo, que fariam qualquer coisa para conseguir. E entre inimigos e aliados, eles seguem as investigações até que suas próprias vidas sejam colocadas em risco.
O interessante é que quanto mais Tom se concentra na resolução das charadas que o livro traz, mais obcecado ele fica. É como uma droga. Ou, para ser mais light, na aba do Enigma diz que o Hyperotomachia “exerce um poder hipnótico sobre aqueles que o estudam”. A dependência é tamanha que chega uma hora em que Tom precisa decidir entre o livro e a namorada!
As charadas do Hypnerotomachia são boas, mas falando francamente, não foram elas que me prenderam como leitora. O lado mais atraente do livro é quando ele fala sobre as relações humanas, deixando claro que o bem mais precioso que possuímos são as pessoas ao nosso redor, em contraste com o vício de Tom pelo livro. Grande parte é contado em flashback, como Tom conheceu cada um de seus três amigos de quarto, como se apaixonou por sua namorada, histórias que seu pai lhe contava, etc.
Li O Enigma do Quatro em Floripa, durante as férias de Janeiro, e lembro claramente como eu ia para a praia com o livro debaixo do braço, chegava a ser engraçado! Lembro também de todo mundo dormindo depois do almoço e só eu acordada, lendo. Todos podiam ver minha excitação… Até que o livro terminou! Foi muito esquisito… Geralmente, quando eu gosto demais de um livro, continuo dentro dele por semanas, com a cabeça nas nuvens, imaginando… Mas com o Enigma não foi assim. Assim que terminei fiquei séria, digerindo a história. Muitos acharam que eu não tinha gostado do final. E realmente, não tinha!
Apesar da grande e prevista descoberta histórica, o final não agradou muito… O motivo é que, depois de ter me contado a história de como grandes amizades começam, esse livro fez questão de me contar como grandes amizades terminam. Pessoas entram em nossas vidas, cumprem seu papel e depois simplesmente seguem seus caminhos. Vai cada um para seu lado e fim. Dura realidade!
Fiquei chocada, não esperava isso. Mas agora já passou, me acostumei com a idéia e digo: este livro é genial! Leiam! E quanto ao nome… Bom, não se prendam ao nome. O tal “enigma do quatro” só aparece no terço final do livro…
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Faça seu roteiro para Hq!
Toda boa história segue uma estrutura, tendo um começo um meio e, principalmente, um propósito. Comece definindo o papel dos personagens e como suas ações refletirão no transcorrer da trama.
A estrutura básica da maioria das aventuras pode ser dividida em três pontos, são eles: O Bem, O Mal, e a Moral da história. Estes pontos básicos nos levam aos quatro blocos do enredo: o começo, o meio, o fim e o desfecho.
O começo
O herói está em seu ambiente comum, vivendo sua vida normalmente quando o mal estende suas garras quebrando a harmonia. Assim, o bem convoca seu guerreiro, que é motivado pela ação direta do mal ou por seu amor a justiça. Neste ponto, a heroína é cobiçada pelo mal, ou também é provocada a enfrentar o mal ao lado do herói.
O meio
O mal entra em ação, pegando de surpresa e dominando a situação, estende sua teia e coloca em prática seu plano maquiavélico. A partir desse ponto começam os confrontos entre as duas forças.
O fim
O herói reage, luta contra o mal, salva a mocinha e ganha o prêmio.
O desfecho
Sem pedir licença, surge um elemento inesperado que prende o leitor a história e dá gancho para novos roteiros.
Dicas
A 1ª Página, é onde normalmente vão os créditos. Evite colocar nela muitos quadrinhos e muito texto. Isso pode sugerir ao leitor que sua história é chata. Além disso, lembre-se que seu leitor PRECISA saber onde sua história se passa, então, é sempre bom começar sua história com uma tomada panorâmica;
Divida cada página em no máximo oito quadrinhos;
Procure colocar cada seqüencia de ação no espaço de duas páginas, começando uma nova seqüencia na virada de página;
Sempre termine as páginas ímpares (1,3,5,7.. etc) com um “gancho”, ou seja, um suspense que motive a virada de página;
Diálogo é tempo. Balões muito grandes costumam chatear o leitor. Quando seu personagem tem muito a falar, faça isso em uma seqüência de quadrinhos, mudando ângulos, closes, etc.
[Imagem única não encontrada]
Clique aqui para baixar este modelo em arquivo .doc
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Vote em mim =D
Esta semana estou com várias novidades! Vou começar por minhas estampas em votação =D! Quem curte meu trabalho em ilustração, não deixe de votar!
Nossa! tem alguns meses que eu não desenho nenhuma estampa, mas agora as idéias parecem estar fervendo na minha cabeça =D! Estou com vários projetos interessantes em andamento, seja de estampas ou de rpg! Além disso, esta semana aconteceu algo muito bacana que assim que eu conseguir as fotos, posto aqui!
No mais vamos lá!
The Creation Of The Cat (Vote 5+!)
Fiz essa estampa em parceria com meu grande amigo Danilo Kato, que é muiiiiito foda, e desenha demais!
Ilustração por: Danilo Kato e Luís Brüeh – Cores: Luís Brüeh.
A Tiger and his Boy (Vote 5$!)
Uma homenagem aos meus quadrinhos preferidos (Calvin e Haroldo), agora em votação no threadless =D!
Ilustração por: Luís Brüeh – Cores: Luís Brüeh.








