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De volta!
Olá, estou de volta! E tenho novidades! Na minha ausência, aconteceu algo interessante: eu apareci no jornal! Foi n’O Estado de Mato Grosso do Sul, do dia 22 de julho de 2008. Na página de Arte e Lazer, a reportagem Coisa de gente grande, de Marcelle Souza:
Clique na imagem acima para ver melhor. Mas como não dá pra ler mesmo, vou copiar aqui algumas partes (principalmente as que falam de mim, claro
). Lá vai:
Os primeiros riscos começaram na infância, então canetas, réguas, lápis de cor tornaram-se amigos indispensáveis a partir de então. A paixão pelos desenhos animados da televisão muitas vezes conduz ao interesse pelas histórias em quadrinhos que atraem pelas imagens e narrativas envolventes. Só que a infância fica para trás e o gosto pelos quadrinhos continua, agora de maneira profissional. Engana-se quem acredita que os personagens no papel são apenas coisa de criança. Para Alexandre e Frederico, o mangá virou trabalho mediante aulas de desenho. Já a estudante Karen recebeu os primeiros convites a partir do blog que criou, enquanto Wanick é ilustrador profissional há quatro anos.
“Não existe resposta para a pergunta ‘desde quando você desenha?’. Toda criança desenha, mas a maioria pára, enquanto outras desenvolvem o interesse pela coisa.”, conta Karen Soares, ilustradora e apaixonada por HQs. Com o tempo, os traços ficam mais elaborados e o que era só uma brincadeira começa a ganhar seriedade. Karen é estudante de publicidade e acabou de montar um blog que, segundo ela, tem uma média de 50 acessos por dia. No site ela apresenta seus personagens, que têm forte influência dos mangás, quadrinhos japoneses pelo qual se inspira desde a pré-adolescência.
Os desenhos foram aperfeiçoados a partir de grupos na internet e conversas com amigos. De acordo com ela, a necessidade de se unir com outros ilustradores fez com que ela começasse a levar os desenhos para a vida amorosa. O namorado, Luís Brüehmüeller, é outro que se dedica à produção de desenhos no estilo mangá e comic.
[...]
Para Alexandre, a seriedade da produção é determinada pelas características principais dos quadrinhos adultos, como a trama mais elaborada e o conteúdo mais polêmico. Karen acrescenta que os “proibidos para menos de 18 anos” podem apresentar cenas eróticas, como é o caso do hentai, e de violência, rompendo com o esteriótipo da Turma da Mônica. O desafio é apresentar um material de qualidade, que deve ser encarado com o profissionalismo de quem foi muito além dos lápis de cor e das aventuras de histórias infantis.
(Marcelle Souza)
Bem, é isso. Eu ainda não agradeci à Marcelle por ter me incluído na matéria dela. Que honra! Que essa seja a primeira de muitas reportagens! (quem não sonha em ser famoso um dia?)
Fico por aqui. No próximo post eu coloco alguma ilustração
E assim que puder, eu posto a página 2 de “Mas que Inferno!”.






