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Angelus – Página 01
Finalmente eu terminei a primeira página da minha webcomics “Angelus”, e vou colocá-la aqui pra você ler!
Clique na imagem abaixo para ver maior:
Não se esqueça de dizer o que achou, ok?
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Dossiê Ragnarok 2.0
Pra quem pediu, aqui vão os desenhos de Ragnarok que eu colori:



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Mudando de assunto: Antes que alguém me chame de herética (se é que já não chamaram), eu gostaria de deixar bem claro que eu não acredito que a história da tal da Lilith tenha, de fato, estado na bíblia algum dia. É apenas uma lenda, e eu espero que ninguém pense que eu vou escrever nome de anjo nas paredes do meu quarto pra me proteger da dita-cuja quando eu estiver grávida.
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Calvin & Haroldo
A tira mais triste de todos os tempos:

Traduzindo:
Quadrinho 1: “Uau, você já está trabalhando no seu relatório? Mas ele não precisa estar pronto antes de terça!”, “É, eu sei…….. Mamãe diz que as pílulas devem estar funcionando.”
Quadrinho 2: “Bem, está nevando lá fora. Eu pensei que talvez pudéssemos… Não sei, você que manda.”
Quadrinho 3: “Desculpe, eu não estava ouvindo. Eu tenho mesmo que terminar isso.”
Quadrinho 4: -
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Eu, assim como muitas pessoas, nunca dei a mínima para Calvin & Haroldo, até descobrir que o tigre na verdade é de pelúcia. E ver essa tirinha me deixou deprê! Não é oficial, ok? É feita por fã! Autor desconhecido. Mas é muito triste ![]()
As pílulas às quais Calvin se refere provavelmente são aquelas pílulas que alguns pais (principalmente nos EUA) fazem as crianças tomarem, quando sentem que elas são problemáticas.
Você pode ver uma discussão enorme sobre essa tirinha neste forum: The final Calvin and Hobbes (em inglês)
Eu peguei essa tira no antigo blog do Doni, que recebeu ela do Inagaki, que encontrou ela neste forum. Não sei quem é o autor.
Falando em Doni… Conheci o blog dele esses dias, o Hedonismos (trocadinho infame rlz), muito legal. Para conhecer, clique aqui.
PS: Já faz uns dias que escrevi esse post, mas só publiquei agora ^^
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Dossiê Ragnarok
Foi decidido que o nome da minha personagem do post anterior será Lilith. Quem sugeriu foi o Vini! Mas quero agradecer também ao Hiler (Rafa!) pela ajuda.
A princípio, pode parecer um nome delicado demais. Caso você não saiba quem supostamente foi Lilith, sugiro que leia sobre ela neste site. Após ler isso, você vai entender muito bem o porquê de o nome ser perfeito.
É uma lenda bem interessante!
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Mas mudando de assunto…
Pra quem não sabe, por muitos anos eu fui vidrada num jogo chamado Ragnarok. É um jogo beeem legal, que você joga em companhia de gente do Brasil todo, e até do exterior! O único problema desse jogo, é que ele exige que você dedique tempo demais a ele, então quando eu comecei a jogar, esqueci da vida, da família, da escola, do vestibular… Virei um zumbi!
De qualquer forma, eu não vim aqui falar mal do jogo, e nem falar bem. Eu vim é mostrar pra você os desenhos que eu fiz das minhas personagens! São apenas esboços feitos a lápis. Na época eu não sabia pintar no computador, e não pretendo pintar tudo agora… prefiro pintar coisas novas. Então.. lá vai:

All the things she said
All the things she said
Running through my head
Running through my head
All the things she said…
Não. Minhas personagens não são lésbicas.
Sim… eu tenho desenhos mais picantes que esse, mas não vou postar aqui! Não tô afim de ter que colocar censura no meu blog xD Mas mesmo assim… elas não são lésbicas…
Btw, a da esquerda é a Bia~. Ela é minha personagem fevorita, sua classe (profissão) era dancer (odalisca). Quando eu desenhava ragnarok, era ela que eu desenhava mais. Sempre gostei das roupas, mas ultimamente ela anda diferente, pois não é mais dancer. Ela virou gypsy (cigana), mas eu nunca desenhei ela com a roupa nova…
A da direita é a Irmã Beatriz*~. Foi criada muito antes da Bia~, sua profissão é priestess (sacerdotisa). Eu a-ma-va ela… até começar a jogar com a dancer! Não tenho muitos desenhos dela, porque eu não gostava de desenhar a roupa…

Esse é o desenho que eu usei por muito tempo na minha assinatura de fórum. Tenho ele colorido, mas decidi que não ficaria legal postar agora.

Com essa ilustração eu pretendia fazer uma camiseta.

Esse foi pra ilustrar o ditado “Quer moleza? Senta no poring!”. Pra quem não sabe, poring é um monstrinho rosa, fofo e gelatinoso. É tipo um slime.

Gostei bastante desse desenho, principalmente da dancer, pena que foi feito em folha de fichário
Note que o cabelo dela está diferente.

Acho que esse é o desenho que eu mais gostei! Tanto que nem passei um lápis mais forte nele na hora de digitalizar… Pretendo passar um nanquim e pintar ela! ^^

Esse era o símbolo da nossa guild: Mushroom Squad. Me recuso a postar o cogumelo aqui sem nem um pouquinho de cor!

Essa foi uma tentativa de pagar uma dívida com meu amigo Ady. Mas ele não gostou
Ninguém gostou do pezinho torto que eu fiz… E eu demorei muito tempo pra perceber como uma caneta grossa “abafava” meu traço!

Outra tentativa de pagar minha dívida. Na mão desse alquimista eu pretendia colocar uma poção compacta, ou de revestir.

Terceira e última tentativa de pagar minha dívida. ADOREI esse desenho! Ia desenhar uma grama, onde o personagem estaria deitado. Mas assim que eu terminei o desenho, descobri que meu amigo tinha vendido a conta dele… Final da história: até hoje eu devo… o que eu devo mesmo? Acho que era uma marc (carta cavalo-marinho)…

Essa foi uma tentativa frustrada de desenhar Adriano, o líder da Mushroom Squad. Mas ele ficou meio desmunhecado! Desenhar homens era um problema pra mim… Mas eu tentei, pow! xD
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Acho que dá pra ver que eu progredi bastante desde aquele tempo, né?
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Angelus – Régia
Alguém por favor me dá uma sugestão pro nome da esposa do capeta?? Huahuauhahua…
Preciso de um nome pagão, com um significado bem mala
Esse que eu escolhi é péssimo! Me desculpe se alguém aí se chama Régia… é um nome bonito, mas não combina com a minha personagem
E com vocês…. a esposa do senhor do submundo :O

Ainda vou fazer uns ajustes nela, mas vai ser mais ou menos assim
PS: Finalmente eu organizei meus Feeds! Aproveitei e unifiquei as listas de links do meu blog, que já tava virando bagunça…
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Camiseteria
Hoje estréia o blog do meu amigo Vinicius, o Euglenas Saltitantes. Ele já começou com um post bem engraçado sobre Hierarquia de Escrúpulos. Vale a pena ler!
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Quero falar também sobre um site muito legal, o Camiseteria.
O Camiseteria é uma loja de camisetas. Brincou?! Mas calma! Não é uma loja de camisetas qualquer! Ela funciona assim: você faz uma estampa com até 4 cores sólidas, e manda pra eles. Eles vão colocá-la em votação por uma semana. Aí os usuários do site vão dar uma nota pra sua estampa. Se sua camiseta for aprovada, ela é colocada à venda no site, e você ganha um prêmio bem bacana!
Mas eu não sei desenhar, e não tô afim de fazer estampa nenhuma! Tudo bem, criança. Você pode entrar no site para apreciar a arte dos designers e dar nota a elas. E pode comprar também, óbvio!
Por exemplo: O Luís fez uma estampa bem legal. Você pode vê-la clicando aqui. Aí se você fizer login e clicar nesse 5 com uma coroazinha em cima, vai contribuir pra que a loja venda camisetas com a estampa dele. Aí eu vou poder comprar e ficarei feliz! Viu que legal? XD
Só para constar: cada camiseta custa 55 reais. E o prêmio por estampa utilizada é de 400 reais em camisetas, e mais 600 reais em dinheiro. Vale a pena!
Pra quem quer ver a estampa do luís sem ter o trabalho de mudar de página
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Material de desenho
Encontrei minha máquina fotográfica! Eu estava há tanto tempo procurando por ela, e no final das contas descobri que eu tinha emprestado pro meu pai.
Aproveitei pra fotografar as coisas que eu uso pra desenhar e postar aqui no blog!

Nada de muito especial, mas dá pro gasto!
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Pra começar, uma lapiseira bic 0.7, com essa almofadinha em volta (sim, sou fresca, e detesto calos). Já me falaram que isso é almofadinha de se ensinar criança a escrever… Mas quem se importa?
E essa borracha que eu uso é ruim. Preciso comprar uma branquinha daquelas de 20 centavos, são as melhores!
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Essas são as minhas canetas nanquim descartáveis Staedtler. Até ontem eu tinha a 0.8 e a 0.3, que na verdade são uma caneta só, mas dá pra trocar o “miolo”. A 0.8 eu uso quando preciso pintar alguma coisa de preto, e a 0.3 vai ficar um pouco encostada agora, porque hoje comprei uma 0.2 pra fazer quase tudo, e uma 0.05, para os detalhes.
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Até pouco tempo eu não sabia que se usa tinta branca pra fazer mangá! Pensei que fosse só preto mesmo, mas agora eu sei que a tinta branca pode ser usada para apagar pequenos erros, e fazer estrelas num céu preto. Foi por isso que eu comprei uma guache e um pincel bem fino. Não sei se fica legal pra apagar essas canetas descartáveis, mas vou fazer alguns testes… Tem erros que são mais fáceis de apagar antes de digitalizar!
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Isso é… uma vergonha! Eu tô usando esquadro de escola! Preciso de uma régua decente com urgência, mas eu só lembro disso quando preciso usar…
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Sulfite branco A4 para rabiscar e fazer alguns desenhos… e uma prancheta! (Um dia ainda terei uma mesa de desenho
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Esse é o papel milimetrado de que eu falei, próprio para desenho. É A4, mas é muito bom! Eu estou fazendo meu mangá neles. Minha pseudo-prima Giovanna que me deu.
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Esses são alguns dos mangás que eu uso para pegar referência…
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E esses são alguns livros muito bons sobre histórias em quadrinhos!
Essa primeira revista eu nem sequer sei o nome, pois ela está inteirinha em japonês! Mas olhar as figuras já ajudou bastante! (risos)
Os outros dois eu já li, reli, tre-li, e leria de novo, e eu recomendo!
Os dois livros falam sobre os mesmos assuntos: criação de personagens, expressões, ambientes, enquadramento, narrativa, perspectiva, movimento, ferramentas de desenho, e muitas outras coisas, porém possuem abordagens completamente diferentes. Recomendo que você leia os dois!
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E pra finalizar, este é o tablet que eu peguei emprestado do Luís. Não testei pintar com ele ainda, mas eu sei que no início eu vou fazer tudo muito feio, e depois eu pego o jeito.
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Então é esse meu material. Por enquanto eu só preciso de uma régua decente (de uns 30cm), e de uma borrachinha vagabunda, mas eu vou comprando mais coisas assim que sentir necessidade.
E você? O que usa pra desenhar?
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Um casal de namorados
Pra falar a verdade, esse não é “um” casal de namorados, mas “o” casal de namorados. Eu, como todo bom ser humando, egocêntrico que é, também não poderia deixar de me desenhar de vez em quando
Esses somos Luís Brüeh e eu, numa tentativa minha de imitar o estilo dele. Digo, UM DOS milhares de estilos que essa criatura desenha!

Eu desenhei os dois à mão, depois passei caneta e digitalizei (scanneei, para os estrangeiristas). Aí pintei e desenhei o fundo no photoshop. Pronto!
Assim que eu encontrar minha máquina fotográfica, vou postar aqui um passo-a-passo, desde o momento em que eu pego no lápis.
Ficou bonitinho, né?
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Randômico
Boa noite!
Hoje eu não colori desenho algum, então vou postar as imagens de um storyboard que eu já tinha feito semanas atrás para a matéria de Redação Publicitária III.





Fiz ele em cima de uma cena de um texto que a professora passou. É um texto muito bom, com um final imprevisível, sugiro a todos que leiam:
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Randômico
Escolhi o bolo pela cara. Era de milho. Gosto de milho. Podia ser de côco. Eram todos parecidos na vitrine gordurosa. Eu podia, também, ter escolhido pelo sabor e assim solicitar ao atendente. Mas não o fiz. Escolhi aleatoriamente, pela aparência mesmo. Queria o efeito surpresa.
Saindo da padaria havia uma bifurcação e eu sempre ia pela esquerda. Não sei por que razão, mas normalmente era assim. Parei diante dela e fui pela direita, como que desafiando o hábito, provocando o cérebro já acostumado a não pensar mais sobre o trajeto já traçado mentalmente.
Não que eu nunca tivesse tomado o caminho da direita. Eu o conhecia, mas só ia por ele quando havia uma necessidade de passar por ali, como comprar algo na farmácia, que pelo caminho da esquerda não encontrava, ou quando queria ver, na pet shop, os filhotes de cachorros que lembravam minha infância. A distância era a mesma e a paisagem era até mais bonita. Por que diabos eu nunca ia por ali? Não sei.
Quando cheguei na parada de ônibus lembrei que, além de existirem outras duas linhas possíveis para aquele trajeto, ainda havia a opção do metrô, por um preço quase equivalente. Arrisquei o trem. Nada mal. Naquele horário estava até mais vazio que os coletivos urbanos.
Desci no meu ponto e entrei na primeira floricultura que encontrei. Normalmente eu levaria rosas. Achei tão previsível que, mais uma vez no mesmo dia, arrisquei. Levei uma única e lasciva orquídea lilás para nosso primeiro encontro amoroso.
Após o banho em casa, fiz o mesmo. Deixei de lado a camisa azul passada e separada para o compromisso de logo mais. Vesti a rosa, clarinha, tão elegante nas revistas, mas que eu sempre evitava usar. Sei lá. A azul era tradicional e caía tão bem. Também ousei no perfume. Troquei a confiável fragrância amadeirada por uma cítrica do frasco quase cheio.
Conheci Joana quando saíamos do cinema. Era uma comédia romântica. Geralmente não assisto a comédias românticas. Não lembro do título e nem dos protagonistas, mas lembro dela, com seu cabelo longo que, conforme as rajadas do ar condicionado, duas filas diante da minha, revelava um pouco da sua nuca e me causava arrepios.
Na saída, simulei um esbarrão e, me desculpando, desajeitado, puxei assunto. Ela sorriu de um modo tão revelador deixando evidente que percebera meu forjado encontrão. Corei. Ela, entretanto, correspondeu e foi delicada. Achou aquilo engraçado, como confessara no nosso primeiro café, no dia seguinte. Falamos por quase uma semana ao telefone, até o dia de hoje.
Ela me recebeu deslumbrante num vestido preto, curto, colado. Convidou-me a entrar, colocou a flor sobre a mesa e sugeriu um vinho. Ofereceu-me três opções. Deixei que ela escolhesse. Já confiava no seu bom gosto. Ela serviu camarão e fui obrigado a revelar minha fatal alergia. O susto logo cedeu lugar ao riso e lembramos que ontem mesmo ela havia perguntado sobre alguma restrição alimentar, e eu omiti. Estava me divertindo com tanta novidade e leve por permitir o acaso.
Com os corpos colados, mais quentes e audaciosos que quando sóbrios, e antes do primeiro e arrebatador beijo, ela entregou:
- Meu verdadeiro nome, é Jorge.
Pois podia ser João, José, Juvenal, Jurandir. Já não tinha a menor importância.
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Este texto é de autoria de “O Destro”, e foi postado dia 15 de outubro de 2007, no blog O Destro & O Canhoto.









